A semana serviu para perambular o centro de Porto Alegre novamente, mas desta vez com um objetivo bem específico: encontrar anéis bonitos!
E sabem que consegui atingir e até mesmo ultrapassar as metas previamente estabelecidas. Os anéis que encontrei são mais bonitos e foram muito mais baratos do que eu imaginava que me esperava nas lojas.
A refém da semana foi a Vitória Bijouterias, uma lojinha que fica em frente à Galeria Luza. O endereço certinho é rua Marechal Floriano Peixoto, 210.
A vontade era levar mais de dez anéis comigo, mas consegui me conter e sair apenas com quatro de lá.
O valor total foi R$22. Acho que valeu a pena, hein! E já aparecem nos meus dedos diariamente.
Tem uma expressão bastante conhecida que diz vão-se os anéis, ficam-se os dedos.
Por favor, querido ladrão, lhe imploro que deixe meus anéis, mas também não leve meus dedos, para que eu possa desfilar com os meus bonitos nas mãos.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Vão-se os dedos e ficam os anéis
por amandamgoltz às 00:11 1 comentários
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Nerdismo fofo
Apenas mais uma semaninha de férias da faculdade: tá na hora de se preparar para a volta às aulas.
No colégio, ganhávamos já na hora da matrícula uma lista de materias imensa a seguir e, mesmo que não quiséssemos, – ok, TODOS eram loucos pra comprar material de estudo que eu sei, principalmente as meninas! – nossos pais nos obrigavam, já que tudo seria utilizado nas aulas e as professoras costumavam não deixar pegar emprestado com o colega do lado.
Na faculdade costuma ser um pouco diferente. Se tu quer continuar indo à aula com mochila de rodinhas, não aconselho, mas pode. Se tu prefere levar só o teu notebook, é aceito também. Se decidir passar o dia inteiro no bar, acredito que não vá gastar grana à toa, mas vá em frente.
Já eu costumo ser neutra. Levo uma pasta com folhas para anotações e os xerox mil que os professores indicam, umas canetas, a minha agenda que neste ano anda sempre na bolsa e basicamente é só.
Mas não sou dessas que anda com uma BIC preta e uma vermelha jogada na mochila e deu. Tenho estojinho, lapiseira, borracha, post it e, bobear, até lixa de unha cabe junto. E para organizar toda essa confusão preciso de um estojo!Há tempos que procuro por um estojo de lata. Tempo mesmo, acho que mais de ano. E eu nunca encontrava! Até encontrava, mas vamos combinar… Era sempre com temas muito infantis. Ursinho Pooh e amigos não rola. Ao menos não para mim.
Eis que encontrei o estojo dos sonhos!
A loja Renner, não sei há quanto tempo exatamente, mas muito mais do que eu imaginava, já que só vi, de fato, esse mês inaugurou uma linha de papelaria. Lá a gente encontra lápis, agendas, latinhas para organização, pastas, blocos de anotações, xícaras, estojos. Tem o escritório completo!
E foi ali que eu encontrei o meu estojo tão procurado.
São duas linhas até o momento: a Funny e a P&B. A Funny leva poás coloridos aplicados em um fundo roxo: é a linha de onde vem o meu estojo. Já a P&B é mais sóbria, sem deixar de ser fofa, com o fundo em branco e rendas pretas aplicadas de fora a fora.
O que mais gosto em estojos de lata é que eles são muitos melhor aproveitados que os de tecido ou qualquer outro. Eu, por exemplo, já tenho vários post its colados na tampa dele, internamente, com anotações gerais, desde horários de aulas que não posso esquecer a pequenas tarefas do dia-a-dia.
Além de que eles costumam ser pequenos e, se não for mais carregar tantas canetas para que seja necessário um estojo, ele pode ser usado lindamente como estojo de maquiagens e pincéis.
Ah, e custou só R$19,90.
por amandamgoltz às 21:26 0 comentários
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Eu quero
Eu quero uma casa antiga para poder chamar de minha.
Eu quero poder reformar a minha casa antiga. Pintar suas portas, trocar suas janelas, deixar as borboletas entrarem na varanda para colher o pólen das flores penduradas em vasos por todas as esquinas antes vazias.
Ela deve ter um pátio grande para rechear de gatos de todas as raças, cores e tamanhos. Deve ter um pátio maior ainda para que caibam todos os sonhos possíveis e quase todos os impossíveis debaixo do céu estrelado das noites claras de novembro.
A cozinha deve ter o charme e a doçura necessários para abrigar os bolos de chocolate dos finais de semana para os netos dos nossos pais. Precisa de espaço suficiente para a Dona Rosa ou a Dona Maria preparar nossas refeições com o melhor tempero do mercado da esquina e se sentir em casa na minha casa antiga.
A sacada do segundo andar da sala da frente terá aquele formato que tanto gostamos. Quando chover, os pingos molharão nossos pés que balançam ao ritmo de and I wonder when I sing along with you if everything could ever feel this real forever, if anything could ever be this good again que toca no notebook da salinha ao lado.
As paredes coloridas que combinam com o nosso astral. Os móveis com a pequena bagunça organizada de sempre. Os meus contacts espalhados por todos os cômodos. As tuas ferramentas que, com o auxílio das tuas mãos, passaram por toda a casa. A tua simplicidade e objetividade harmoniosamente aliados à minha ânsia de decoração e incapacidade de manter tudo no lugar.
A rede no meio das árvores ou entre os postes do fundo para deitar no entardecer e ficar até o horário em que formos obrigamos a entrar, batendo os queixos, depois de muito tempo esquecidos da realidade, entorpecidos, embriagados.
As paredes internas compostas por estantes, abajures, móveis, cabideiros, estatuetas, mesas, cadeiras, flores e armários no lugar de tijolos e concreto frios e mortos. Vida.
Livros e filmes embaixo de cada degrau que dá acesso ao segundo andar. Fotografias espalhadas pelos ambientes. Cores. Luz. Vida, mais uma vez.
Os lençóis pretos que depois de tão procurados foram encontrados na lojinha pequena e antiga tão inesperada. Inesperada como tudo o que nos ocorre. Inesperada como nós mesmos. Os lençóis pretos sobre a cama baixa e sob nossos corpos cansados da correria de tanto trabalho realizado durante o dia e durante a noite.
A 13 metros da minha casa antiga, do outro lado da rua, está a padaria do vovô de cabelos brancos, chapéu na cabeça e sorriso no rosto que nos vende cigarros e chocolate e nos abana de longe, todos os dias.
Nosso cheiro. Por toda ela, o nosso cheiro.
Eu quero o quanto antes eu quero agora a minha casa antiga para poder chamar de minha.
por amandamgoltz às 16:20 0 comentários
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Do andar infantil
por amandamgoltz às 20:28 0 comentários
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sábado, 15 de janeiro de 2011
Super Pigs
por amandamgoltz às 17:13 0 comentários
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